quinta-feira, 24 de março de 2011

SÃO PAULO TERRA DA GAROA

Ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira
Ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira
Fotos aéreas de São Paulo
Moema, visto do cruzamento da Av. Ibirapuera com a Av. IndianópolisParque do Ibirapuera, com o Monumento às Bandeiras no centroEstação da LuzAvenida Santos DumontPinacoteca, e Parque da Luz
Moema, visto do cruzamento da Av. Ibirapuera com a Av. IndianópolisParque do Ibirapuera, com o Monumento às Bandeiras no centroEstação da LuzAvenida Santos DumontPinacoteca, e Parque da Luz
Sambódromo, no AnhembiAv. TiradentesMarginal TietêObelisco do IbirapueraParque da Aclimação
Sambódromo, no AnhembiAv. Tiradentes. Ao fundo, o AnhangabaúMarginal TietêObelisco do IbirapueraParque da Aclimação
Avenida Vinte e três de Maio, altura do Hospital Beneficência PortuguesaVale do AnhangabaúO bairro de HigienópolisAvenida Vinte e três de Maio, altura do Viaduto Dona PaulinaRadial Leste
Avenida Vinte e três de Maio, altura do Hospital Beneficência PortuguesaVale do AnhangabaúO bairro de HigienópolisAvenida Vinte e três de Maio, altura do Viaduto Dona PaulinaRadial Leste
O bairro do TatuapéParque São JorgeAvenida Brás Leme, em SantanaParque do Povo
O bairro do TatuapéParque São JorgeAvenida Brás Leme, em SantanaParque do Povo, na Ponte Cidade JardimPalestra Itália
Parques e locais públicos de lazer
Parque do IbirapueraA fonte no Parque do IbirapueraA fonte no Parque do IbirapueraBienalMarquise do Ibirapuera
Parque do IbirapueraA fonte no Lago do IbirapueraA fonte no Lago do Ibirapuera, à noiteBienal
Ponte Metálica no Parque do IbirapueraPonte Metálica no Parque do IbirapueraParque Estadual Alberto Lofgren (Horto Florestal)Cerejeiras em flor no Horto FlorestalO bairro de Pinheiros, visto da praça Valdir Azevedo
Ponte Metálica
Parque do Ibirapuera
Ponte Metálica
Parque do Ibirapuera
Parque Estadual Alberto Lofgren
(antigo Horto Florestal)
Cerejeiras em flor no Horto FlorestalO bairro de Pinheiros, visto do Alto da Lapa
Largo do AroucheParque do Trianon
Parque da Luz
Lago do Parque do Ibirapuera
Ponte Metalica no Parque do Ibirapuera
Largo do AroucheParque do TrianonParque da LuzLago do
Parque do Ibirapuera
Parque do Ibirapuera
Ponte Metálica
Praça da RepúblicaZoológicoRelógio Público De NíchilePraça Antônio PradoMemorial do Imigrante
Praça da RepúblicaZoológico
Relógio Público
De Níchile
Praça
Antônio Prado
Memorial do Imigrante
Praça Dom José GasparOrixás no lago do Ibirapuera  
Praça Dom José GasparOrixás no lago do IbirapueraPraça Alexandre de Gusmão (ao lado do Parque Trianon)  
Monumentos, esculturas, obras de arte
Parque da Independência - Museu do IpirangaLargo da MemóriaMonumento a Carlos GomesMonumento à Independência (Altar da Pátria)Monumento ao arquiteto Ramos de Azevedo
Parque da Independência
Museu do Ipiranga
Largo da MemóriaMonumento a
Carlos Gomes
Monumento à IndependênciaMonumento ao arquiteto Ramos de Azevedo
Monumento à Amizade Sírio Libanesa
Monumento à Amizade Sírio Libanesa (detalhe)
Monumento a Ayrton Senna
Jardim JaponêsMonumento a Pedro Álvares Cabral
Monumento à Amizade Sírio Libanesa
Monumento à Amizade Sírio Libanesa (detalhe)
Monumento a
Ayrton Senna
Jardim Japonês,
na Liberdade 
Monumento a
Pedro Álvares Cabral
Monumento aos 80 anos da imigração japonesaMonumento aos 80 anos da imigração japonesa
Obelisco
ObeliscoMonumento ao Descobrimento de São Paulo
Monumento aos 80 anos
da imigração japonesa
Obelisco aos Constituintes de 1932
Monumento ao Descobrimento de São Paulo
Avenidas, viadutos, obras viárias
Avenida 23 de MaioAvenida 23 de MaioAvenida 23 de Maio
Avenida Vinte e três de Maio
Avenida 23 de Maio, altura do viaduto Dona Paulina
Avenida 23 de Maio
Avenida 23 de Maio, altura do Centro Cultural São Paulo
Av. Washington Luis, altura do Aeroporto de CongonhasRadial Leste
Radial Leste
Avenida Nove de Julho
Avenida 23 de Maio, altura do Centro Cultural São PauloAv. Washington Luis, altura do Aeroporto de CongonhasRadial Leste
Av. Nove de Julho
Marginal Pinheiros, no bairro do Brooklin
Os "Espigões" da Marginal Pinheiros
Av. Nações Unidas (Marginal Pinheiros) altura da Av. Berrini (Brooklin)
Av. Nações Unidas (Marginal Pinheiros) altura da Av. Berrini (Brooklin)
Av. Nações Unidas (Marginal Pinheiros)
 altura da Av. Berrini (Brooklin)
Marginal Pinheiros Frente ao Jockey Clube (Pinheiros)

Praça da Bandeira
MinhocãoVale do Anhangabaú Vale do AnhangabaúAvenida da Consolação

Praça da BandeiraElevado Costa e Silva (Minhocão)Vale do AnhangabaúRua da Consolação
Cebolinha (Av. Vinte e três de Maio)
Avenida Brigadeiro Faria Lima
Viaduto de Santa Ifigênia
CebolinhaAv. Brig. Faria LimaAlameda Santos
Rua Galvão Bueno, na Liberdade
Vd Santa Ifigênia


Catedral da SéCatedral da Sé à noiteO prédio Martinelli e o Banespa, vistos da Av. São João
Catedral da SéCatedral da Sé
Iluminação Noturna

Pátio do Colégio (Museu de Anchieta)Edifício dos Correios no Vale do AnhangabaúBanespinha, no Vale do AnhangabaúCircolo Italiano (Terraço Itália)Estação da Luz
Pátio do Colégio (Museu de Anchieta)Edifício dos Correios
Vale do Anhangabaú
Banespinha, no Vale do AnhangabaúCircolo Italiano (Terraço Itália)Estação da Luz
Câmara Municipal da Cidade de São Paulo
Memorial da América Latina: Salão de AtosMemorial da América Latina: BibliotecaTribunal de Contas do Município de São Paulo
Câmara Municipal da Cidade de São Paulo Parlamento Latino Americano (Parlatino)Memorial da América Latina: Salão de AtosMemorial da América Latina: BibliotecaTribunal de Contas 
Fórum João MendesEstação da LuzEscola Estadual Conselheiro Rodrigues AlvesMercado Central
Fórum João MendesEstação da Luz
(Interior)
Casa das RosasEscola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves Mercado Central
Largo da PólvoraBanco do Brasil, na Chácara Santo AntônioIgreja de São BentoIgreja da Nossa Senhora do BrasilAeroporto de Congonhas (Saguão)
Largo da PólvoraBanco do Brasil, na Chácara Santo AntônioIgreja de São BentoIgreja da Nossa Senhora do BrasilAeroporto de Congonhas (Saguão)
Igreja de São Gonçalo  
Igreja de São GonçaloCentro Empresarial São PauloEstação Morumbi  
Natal em São Paulo (2006)
Shopping LightTeatro Municipal
árvore de Natal do Banespa
Agência do BankBoston da Avenida Paulista 
Shopping LightTeatro MunicipalÁrvore de Natal no parque do IbirapueraAgência do BankBoston da Avenida Paulista 
 
MASP, Museu de Arte de São Paulo
O prédio Martinelli e o Banespa, vistos da Av. São JoãoO COPAN

Viaduto Dona Paulina
Avenida São Luís
Avenida Sumaré
Ponte João Dias, sobre o Rio Pinheiros, em Santo Amaro

Vd. Dona Paulina
Avenida São LuísAvenida Sumaré
Ponte João Dias, sobre o Rio Pinheiros,
em Santo Amaro

Avenida Rebouças, frente ao HC e ao INCOR
Avenida Rebouças,JardinsAvenida Tiradentes
Avenida Chucri Zaidan
Ponte Morumbi
Avenida Rebouças, frente ao HC e ao INCORAvenida Rebouças, JardinsAvenida Tiradentes
Avenida
Chucri Zaidan
Ponte Morumbi

Prédios
Natal 2007 
Edifício Matarazzo, sede da PrefeituraÁrvore do Parque do IbirapueraÁrvores à beira do lago do IbirapueraA Agência Paulista do Itaú Personnalite (ex BankBoston)O Prédio do Banespa, no Anhangabaú
Avenida Paulista
Presépio na Feira da Natividade, no Vale do AnhangabaúViaduto do Chá, no Vale do AnhangabaúTheatro Municipal, no Vale do AnhangabaúShopping LightAvenida Paulista
Árvore de Natal da agência do Banco Bradesco na Avenida PaulistaÁrvore decorada no edifício Paulista MilÁrvore decorada no Parque do Trianon  
Árvore de Natal da agência do Banco Bradesco na Avenida PaulistaÁrvore de Natal do edifício Paulista MilÁrvore decorada no Parque do Trianon, frente ao Masp   
A história da cidade de São Paulo ocorre paralelamente à história do Brasil, ao longo de aproximadamente 455 anos de sua existência, contra os mais de quinhentos anos do país. Embora tenha sido marcada por uma relativa inexpressividade, seja do ponto de vista político ou econômico, durante os primeiros três séculos desde sua fundação, São Paulo destacou-se em diversos momentos como cenário de variados e importantes momentos de ruptura na história do país.
São Paulo surgiu como missão jesuítica, em 25 de janeiro de 1554, reunindo em seus primeiros territórios habitantes de origem tanto européia quanto indígena. Com o tempo, o povoado acabou caracterizando-se como entreposto comercial e de serviços de relativa importância regional. Esta característica de cidade comercial e de composição heterogênea vai acompanhar a cidade em toda a sua história, e atingirá o seu ápice após o espetacular crescimento demográfico e econômico advindo do ciclo do café e da industrialização, que elevariam São Paulo ao posto de maior cidade do país.

Anderson gomes de souza

quarta-feira, 23 de março de 2011

ALGUMAS FOTOS DE JUDEUS VITIMAS DO HOLOCAUTRO AGINDO COMO NAZISTA

soldado israelense humilhando palestinoSoldados Israelenses tiram foto ao lado do souvenir
prisioneiros palestinos com numeros marcados nos braçosprisioneiros palestinos com numeros marcados nos braços
soldado israelense humilhando palestino
soldado israelense humilhando palestino
valente soldado israelense treinando a mira
valente soldado israelense treinando a mira
valente soldado israelense treinando a mira 2
valente soldado israelense treinando a mira 2
valente soldado israelense treinando a mira 3
valente soldado israelense treinando a mira 3
Colonos Israelenses se defendendo de palestinos terroristas
Colonos Israelenses se defendendo de palestinos terroristas
crianca palestina fez um ataque terrorista a um tanque
crianca palestina fez um ataque terrorista a um tanque
Lavoura terrorista palestina
Lavoura terrorista palestina
criancas palestinas preparando emboscada a tanque
criancas palestinas preparando emboscada a tanque
ambulancia terrorista
ambulancia terrorista
ambulancia terrorista
cenas de um palestino sendo executado
cenas de um palestino sendo executado
acessor de imprensa israelense
acessor de imprensa israelense
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DO QUE O SER HUMANO É CAPAZ VOÇE NÃO ACREDITA.

SILENCIO CONTRA CRIMES DA DITADURA

Ditadura Militar no Brasil 
Regime Militar de 1964, O golpe militar de 64, Governos Militares , Governo Castello Branco, Governo Costa e Silva, Governo da Junta Militar, Governo Médici, AI-5, Governo Geisel, Governo Figueiredo, Redemocratização, Lei da Anistia, Campanha das Diretas Já, Constituição de 1988.
Tanques nas ruas: o primeiro dia do Golpe Militar de 1964  
 
Introdução 
Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
O golpe militar de 1964
A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale lembrar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.
Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista.

Os partidos de oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), acusavam Jango de estar planejando um golpe de esquerda e de ser o responsável pela carestia e pelo desabastecimento que o Brasil enfrentava.
No dia 13 de março de 1964, João Goulart realiza um grande comício na Central do Brasil ( Rio de Janeiro ), onde defende as Reformas de Base. Neste plano, Jango prometia mudanças radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país.

Seis dias depois, em 19 de março, os conservadores organizam uma manifestação contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que reuniu milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo.

O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 (AI-1). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.
GOVERNO CASTELLO BRANCO (1964-1967) 
Castello Branco, general militar, foi eleito pelo Congresso Nacional presidente da República em 15 de abril de 1964. Em seu pronunciamento, declarou defender a democracia, porém ao começar seu governo, assume uma posição autoritária. 
Estabeleceu eleições indiretas para presidente, além de dissolver os partidos políticos. Vários parlamentares federais e estaduais tiveram seus mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos e constitucionais cancelados e os sindicatos receberam intervenção do governo militar.
Em seu governo, foi instituído o bipartidarismo. Só estavam autorizados o funcionamento de dois partidos: Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e a Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Enquanto o primeiro era de oposição, de certa forma controlada, o segundo representava os militares.
O governo militar impõe, em janeiro de 1967, uma nova Constituição para o país. Aprovada neste mesmo ano, a Constituição de 1967 confirma e institucionaliza o regime militar e suas formas de atuação.
GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969)
Em 1967, assume a presidência o general Arthur da Costa e Silva, após ser eleito indiretamente pelo Congresso Nacional. Seu governo é marcado por protestos e manifestações sociais. A oposição ao regime militar cresce no país. A UNE (União Nacional dos Estudantes) organiza, no Rio de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil. 
Em Contagem (MG) e Osasco (SP), greves de operários paralisam fábricas em protesto ao regime militar.
A guerrilha urbana começa a se organizar. Formada por jovens idealistas de esquerda, assaltam bancos e seqüestram embaixadores para obterem fundos para o movimento de oposição armada.
No dia 13 de dezembro de 1968, o governo decreta o Ato Institucional Número 5 ( AI-5 ). Este foi o mais duro do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial.
história do brasil - ditadura militar Passeata contra a ditadura militar no Brasil   
GOVERNO DA JUNTA MILITAR (31/8/1969-30/10/1969)
Doente, Costa e Silva foi substituído por uma junta militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica). 
Dois grupos de esquerda, O MR-8 e a ALN seqüestram o embaixador dos EUA Charles Elbrick. Os guerrilheiros exigem a libertação de 15 presos políticos, exigência conseguida com sucesso. Porém, em 18 de setembro, o governo decreta a Lei de Segurança Nacional. Esta lei decretava o exílio e a pena de morte em casos de "guerra psicológica adversa, ou revolucionária, ou subversiva".
No final de 1969, o líder da ALN, Carlos Mariguella, foi morto pelas forças de repressão em São Paulo.
GOVERNO MEDICI (1969-1974)
Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Medici. Seu governo é considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como " anos de chumbo ". A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Muitos professores, políticos, músicos, artistas e escritores são investigados, presos, torturados ou exilados do país. O DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna ) atua como centro de investigação e repressão do governo militar.
Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia. A guerrilha do Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.

O Milagre Econômico
Na área econômica o país crescia rapidamente. Este período que vai de 1969 a 1973 ficou conhecido com a época do Milagre Econômico. O PIB brasileiro crescia a uma taxa de quase 12% ao ano, enquanto a inflação beirava os 18%. Com investimentos internos e empréstimos do exterior, o país avançou e estruturou uma base de infra-estrutura. Todos estes investimentos geraram milhões de empregos pelo país. Algumas obras, consideradas faraônicas, foram executadas, como a Rodovia Transamazônica e a Ponte Rio-Niteroi.
Porém, todo esse crescimento teve um custo altíssimo e a conta deveria ser paga no futuro. Os empréstimos estrangeiros geraram uma dívida externa elevada para os padrões econômicos do Brasil.
GOVERNO GEISEL (1974-1979)
Em 1974 assume a presidência o general Ernesto Geisel que começa um lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.

Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades.
Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog á assassinado nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante.
Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil.
GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985) 
A vitória do MDB nas eleições em 1978 começa a acelerar o processo de redemocratização. O general João Baptista Figueiredo decreta a Lei da Anistia, concedendo o direito de retorno ao Brasil para os políticos, artistas e demais brasileiros exilados e condenados por crimes políticos. Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina. Cartas-bomba são colocadas em órgãos da imprensa e da OAB (Ordem dos advogados do Brasil). No dia 30 de Abril de 1981, uma bomba explode durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O atentado fora provavelmente promovido por militares de linha dura, embora até hoje nada tenha sido provado.
Em 1979, o governo aprova lei que restabelece o pluripartidarismo no país. Os partidos voltam a funcionar dentro da normalidade. A ARENA muda o nome e passa a ser PDS, enquanto o MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como: Partido dos Trabalhadores ( PT ) e o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).
A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já
Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresenta vários problemas. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.
Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.
Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.  


 

terça-feira, 22 de março de 2011

ACREDITAR

Nos dias de hoje as pessoas estão deixando de lado sua fonte
principal de paz,essa fonte é a harmonia espiritual,quando pensamos em
vida em abundancia na maioria das vezes somente cogitamos o conceito
de como conseguir.E ai eu pergunto.Como conseguir?Eu um simples cronista
 posso infatizar algumas ideias que podem nos levar a caminho dessa
tão sonhada vida com abundancia.Uma atitude fundamental que devemos
considerar para darmos o primeiro passo em busca desse contentamento
é em primeiro lugar eliminarmos os maus habitos de nossas vidas,maus abitos
que eu digo é tudo aquilo que intristesse o nosso espirito.Fumar,beber,se drogar
traz mal estar ao nosso organimo e espirito abalando nossa alto estima nos
deixando vulneravel aos nossos medos.Quando sentimos medo nossa paz é
deteriorada, pois o equilibrio de nosso corpo e espirito é corrompido por receios
Uma vida saudavel com bons abitos,é ha maior fonte de vida em abundancia,pois
os bons costumes alegram nosso espirito produzindo assim um estado de espirito
elevado que nos leva a comtemplação das coisas boas da vida.
Devemos ter sempre em mente que a paz é a morada do espirito,e que quando
entregamos nas mãos de deus todos os nossos medos e duvidas,ele nos acolhe
em suas mãos e nunca permite que o mal nos atinja,nesse sistema corrompido de
materialismo e ganancia,até as pessoas mais proximas podem nos abandonar mais quando
se possui uma fé de coração,Uma fé convicta em deusele jamais permite que os
males desse mundo nos atinja.

Anderson gomes de souza(aceite o bem)