segunda-feira, 7 de março de 2011

NOVA YORK TIMES ESQUERE



Nova Iorque
New York City
Localidade dos Estados Unidos
Montagem de Nova Iorque.jpg

Do topo para a esquerda: Panorama de Manhattan vista a partir do GE Building, a sede da Organização das Nações Unidas, a Estátua da Liberdade, Times Square, o Unisphere no Queens, a Ponte do Brooklyn e Lower Manhattan com a Staten Island Ferry.
Cognome(s): The Big Apple ("A Grande Maçã", em inglês),
Capital do Mundo, Gotham

Localização de Nova Iorque em Nova Iorque

Localização de Nova Iorque nos Estados Unidos
Dados gerais
Fundado em1624 (387 anos)
PrefeitoMichael Bloomberg[1] (I)
GentílicoNova-Iorquino (New Yorker)
Localização
40° 43' 0" N 74° 0' 0" W40° 43' 0" N 74° 0' 0
CondadoBronx
Kings
Nova Iorque
Queens
Richmond
EstadoNova Iorque
Tipo de localidadeCidade
Fuso horário-5/-4
Características geográficas
Área1 214,4 km²
- terra789,4 km²
- água428,8 km²
- urbanizada8 683,2 km²
- metrópole17 405 km²
População (2009)8 391 881 hab. (6 910 hab./km²)
- urbanizada18 223 567
- metrópole19 069 796[2]
Altitude27 m
Códigos
Código postal100xx-104xx, 11004-05, 111xx-114xx, 116xx
código FIPS3651000
Sítio webhttp://www.nyc.gov

Portal Estados Unidos

Nova Iorque ou Nova York (em inglês: New York [3]) é a cidade mais povoada do Estado de Nova Iorque, dos Estados Unidos da América e a segunda maior aglomeração urbana do continente. É o centro da área metropolitana de Nova Iorque, a qual está entre as áreas urbanas mais populosas do mundo. Nova Iorque é considerada uma cidade global, dada a influência exercida por ela sobre o comércio mundial, finanças, cultura, moda e entretenimento. Além do mais, nela se localiza a sede da Organização das Nações Unidas e é também um importante centro de negócios internacionais. A cidade é muitas vezes referida como New York City ou City of New York, para diferenciá-la do Estado de Nova Iorque, do qual faz parte.
Localizada em um grande porto natural na costa atlântica do nordeste dos Estados Unidos, a cidade é composta por cinco distritos: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Com uma população estimada em 2009 em mais de 8,3 milhões[4] de pessoas e com uma área territorial de 790 km²,[5][6] Nova Iorque é a grande cidade mais densamente povoada dos Estados Unidos.[7] A população da região metropolitana de Nova Iorque é também a maior do país, estimada em mais de 19 milhões[2] de pessoas em 17 400 km². Além disso, a Área Estatística Combinada contendo a Grande Nova York possui mais de 22 milhões de habitantes em 2009, segundo estimativas do Censo, sendo também a maior nos Estados Unidos.
Nova Iorque foi fundada como um posto de troca comercial pelos Holandeses em 1624. O local foi chamado de Nova Amsterdã até 1664, quando a colônia ficou sob controle Inglês.[8] Nova Iorque foi a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790,[9] sendo a maior cidade do país desde então.[10]
Muitos distritos e pontos turísticos da cidade tornaram-se conhecidos mundialmente. A Estátua da Liberdade recebeu milhões de imigrantes que vieram para o país no final do século XIX e início do século XX. Times Square, iconizado como "A Encruzilhada do Mundo", é o centro iluminado da zona dos teatros da Broadway, um dos mais movimentados cruzamentos de pedestres do mundo, e um importante centro da indústria de entretenimento. Wall Street, em Manhattan, é um dominante centro financeiro global desde a Segunda Guerra Mundial e é o lar da Bolsa de Valores de Nova Iorque. O bairro Chinatown, em Manhattan, atrai multidões de turistas para suas calçadas movimentadas e estabelecimentos de varejo. Escolas de classe mundial e universidades, como a Universidade Columbia e a Universidade de Nova Iorque também residem na cidade. Nova Iorque também é o lar de alguns dos arranha-céus mais altos do mundo, incluindo o Empire State Building e as extintas torres gêmeas do World Trade Center.
A cidade é o berço de muitos movimentos culturais, incluindo o Renascimento de Harlem na literatura e nas artes visuais; o expressionismo abstrato (também conhecido como Escola de Nova Iorque) na pintura; o hip hop;[11] o punk[12] a salsa, disco e Tin Pan Alley na música.
Nova Iorque é notável entre as cidades estadunidenses em sua elevada utilização de transporte de massa, cuja maioria funciona 24 horas por dia, e pela densidade populacional e diversidade de seus habitantes. Em 2005, cerca de 170 idiomas eram falados na cidade e 36% de sua população tinha nascido fora dos Estados Unidos.[13][14] A cidade é muitas vezes referida como "a cidade que nunca dorme", enquanto outros apelidos incluem "Capital do Mundo", "Gotham"[15] e "Big Apple".[16]

aNDERSON GOMES DE SOUZA

SOBRE A MACONHA


Em 1735, o botânico Carl Lineu nomeou a Maconha como Cannabis sativa. A mesma foi chamada de Cannabis indica, pelo biólogo francês, Jean Baptiste Lamarck.
Assim como outras plantas, a maconha possui dois gêneros: macho e fêmea. Em um mesmo pé pode ter ambas as estruturas sexuais. É a flor do macho que produz o pólen que fecunda a fêmea, quando a flor da fêmea é fecundada ela se enche de sementes e depois morre.
Quando não ocorre fecundação da fêmea, essa excreta uma grande quantidade de resina pegajosa composta por dezenas de substâncias diferentes. Dentre as várias substâncias, existe a THC (delta-9-tetrahidrocanabinol) que serve de filtro solar para a planta, pois essa é de clima desértico. Apesar do THC estar presente em toda a planta é na flor da fêmea que se encontra a maior concentração da substância. A real droga da maconha é essa flor.
O THC tem uma propriedade bem curiosa, gruda em algumas moléculas das paredes dos neurônios de animais, até mesmo do homem, tais moléculas são conhecidas como receptores de canabinóides, quando ocorre a ligação o receptor opera sutis mudanças químicas dentro da célula, mas não se sabe dizer ao certo quais são elas. Em 1992, o pesquisador israelense Ralph Mechoulam descobriu o motivo pelo qual temos tal receptor. O receptor serve para ligar-se à outra molécula, a mesma fabricada pelo próprio cérebro, muito semelhante ao THC. A molécula foi batizada por Rauph de anandamida (ananda, em sânscrito, significa “felicidade”). Enfim, o cérebro produz uma substância com efeitos parecidos com os do THC, em doses bem menores.
Não se sabe qual a finalidade da anandamida no cérebro, mas está relacionada ao controle da dor. Pelo fato de haver receptores de canabinóides em células fora do cérebro, leva a pensar que a anandamida desempenha um papel mais abrangente do que parece.
Além das formas de uso mais conhecidas há uma especial, a do cânhamo, que é utilizado na produção de tecidos. Supostamente foi pelo fato de Cristóvão Colombo usar tecidos derivantes do cânhamo em suas velas e cordas, assim, juntamente com as embarcações as sementes da maconha também vieram. A idéia era de plantar as sementes, pois se tivesse que ser feita alguma reparação nas velas e cordas, eles teriam o material. Enquanto a maconha era utilizada por pessoas mais pobres, ela não causava tanto medo, repúdio e preconceito. Porém, quando as pessoas de classe média começaram a fazer o uso da droga, surgiu um motivo de preocupação.
Há indícios de que há muitos anos a maconha se faz presente em quase todo o mundo, sua disseminação se deu através de viajantes, esses levavam sementes da maconha, desse modo essa se fazia presente em quase todos os continentes. Por muitos anos a maconha foi considerada legal, sua ilegalidade em vários países, incluindo o Brasil, se deu por volta do século XX. Mas ainda existem países onde a maconha é legal, em outros ela é comercializada unicamente como remédio (auxiliando pacientes no tratamento de doenças, controlando a dor).
No Brasil, a maconha se faz tão presente por existir muitas áreas sem qualquer tipo de vigilância. Com isso fica mais fácil o escoamento da droga. Durante um bom tempo a maconha era comercializada com um preço insignificante. Vários países tentaram mais nenhum conseguiu erradicar a maconha de seu território. A maconha é conhecida em muitos países como “marijuana”. Há boatos de que as tropas revolucionárias de Pancho Villa que chacoalharam as estruturas do poder em 1910, eram adeptos de um baseado no intervalo das batalhas; assim surgiram os conhecidos versos: La cucaracha/ la cucaracha/ ya no puede caminar/ Porque no tiene/ Porque le falta/ marijuana que fumar, atribuídos à Villa.
O efeito causado pela maconha em pessoas que a fuma é variado. Para evitar problemas relacionados à saúde física e mental, é recomendável que a pessoa não faça o uso de drogas (no caso em questão a cannabis), pois pode agravar os problemas relacionados à saúde.

Principais efeitos

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, concentração de THC na erva consumida e reação do organismo do consumidor com a presença da droga.
Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).
Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.
O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.
Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.
Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.

domingo, 6 de março de 2011

OS ULTIMOS DIAS:FOME TRAGÉDIAS CATASTROFES

Dias
David Chilton
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto1
Como começamos a ver no capítulo precedente,2 o período mencionado na Bíblia
como “os últimos dias” (ou “último tempo” ou “última hora”) é o período entre o nascimento de
Cristo e a destruição de Jerusalém. A Igreja primitiva estava vivendo no final da antiga era e o
começo da nova. Todo esse período deve ser considerado como o tempo do primeiro
advento de Cristo. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a destruição prometida de
Jerusalém é considerada como um aspecto da obra de Cristo, intimamente associada com a
sua obra de redenção. Sua vida, morte, ressurreição, ascensão, derramamento do Espírito e
juízo sobre Jerusalém são todas partes de sua única obra de trazer o seu reino e criar seu novo
templo (veja, por exemplo, como Daniel 9:24-27 relaciona a expiação com a destruição do
templo).
Consideremos como a própria Bíblia usa essas expressões sobre o fim da era. Em 1
Timóteo 4:1-3, S. Paulo advertiu:
Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns
apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de
demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a
própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de
alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos
fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade.
S. Paulo estava falando sobre os “últimos tempos” que aconteceriam milhares de
anos mais tarde? Por que advertir Timóteo de eventos que nem Timóteo, nem os
tataranetos de Timóteo, e nem seus descendentes de cinqüenta gerações adiante jamais
viveriam para ver? De fato, S. Paulo diz a Timóteo: “Expondo estas coisas aos irmãos,
serás bom ministro de Cristo Jesus, alimentado com as palavras da fé e da boa doutrina que
tens seguido” (1 Timóteo 4:6). Os membros da congregação de Timóteo precisavam saber
sobre o que aconteceria nos “últimos tempos”, pois eles seriam pessoalmente afetados por
aqueles eventos. Em particular, eles precisavam da certeza que a apostasia vindoura era
parte do padrão geral de eventos que conduziriam ao fim da antiga ordem e o pleno
estabelecimento do reino de Cristo. Como podemos ver em passagens tais como
Colossenses 2:18-23, as “doutrinas de demônios” das quais S. Paulo advertiu estavam em
voga durante o primeiro século. Os “últimos tempos” já estavam acontecendo. Isso é
totalmente claro na última declaração de S. Paulo a Timóteo:
Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os
homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores,
desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis,










ESSA É A DURA REALIDADE DO MUNDO E PROFETIZADO PELA BIBLIA.
ACEITE DEUS ENQUANTO VOÇE AINDA PODE ENCONTRAR
OA VINDA DE JESUS ESTA PROXIMA
BUSQUE-O ENQUANTO AINDA É TMPO
NÃO TROQUE UMA VIDA PASSAGEIRA
POR UMA VIDA ETERNA E FELIZ COM DEUS
PORAnderson gomes de souza..

CUHUCK BERRY


O nosso camarada Arthur Falco solicitou insistentemente a postagem da discografia do Chuck Berry. Foi muito difícil encontrar os álbuns do Berry na Web mas, com persistência, consegui levantar a discografia (quase completa) das décadas de 60 e 70, as mais significativas, na minha opinião.

Então, vamos a ela:

"Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, que acabaria o apresentando a Leonard Chess, da gravadora Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.

A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson (o Johnny B. Goode), o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Com esta formação - e a guitarra de Berry - eles se tornaram o sumário de uma banda de rock.

Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como "Havana Moon") quanto blues ("Wee Wee Hours"), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos podemos citar "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Route 66", "Memphis, Tennessee", "Johnny B. Goode" (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), "Nadine", entre outras." Wikipedia
 O nosso camarada Arthur Falco solicitou insistentemente a postagem da discografia do Chuck Berry. Foi muito difícil encontrar os álbuns do Berry na Web mas, com persistência, consegui levantar a discografia (quase completa) das décadas de 60 e 70, as mais significativas, na minha opinião.

Então, vamos a ela:

"Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, que acabaria o apresentando a Leonard Chess, da gravadora Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.

A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson (o Johnny B. Goode), o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Com esta formação - e a guitarra de Berry - eles se tornaram o sumário de uma banda de rock.

Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como "Havana Moon") quanto blues ("Wee Wee Hours"), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos podemos citar "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Route 66", "Memphis, Tennessee", "Johnny B. Goode" (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), "Nadine", entre outras." Wikipedia